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Com
linhas modernas e bem esculpidas, que lhe conferem um carácter
distinto e inovador, a gama C5 apela aos sentidos e ao prazer da
condução
Para além de ser, logo no primeiro
olhar, uma berlina distinta ou uma carrinha elegante, o novo C5,
mercê dos seus atributos, é um Citroën que adora devorar
quilómetros. Essa particularidade é notada logo que nos sentamos
no posto de condução. Tudo em volta foi desenhado e feito para
servir o condutor, oferecendo um conforto e um prazer de
condução referência no segmento. Para além do volante com os
comandos centrais fixos, o que ao primeiro contacto se torna
algo estranho, todos os comandos utilizados com maior frequência
e necessários ao condutor, encontram-se no círculo exterior do
volante, ao alcance imediato. Proposto com dois tipos de bancos,
Bien-être ou Dynamique, estes com maior apoio lombar, nada no C5
em matéria de conforto foi deixado ao acaso, tudo foi concebido
para o prazer de viajar. De entre os pontos de luz existentes no
interior, sobressai o sistema automático de iluminação das
bolsas das portas o qual se activa com o aproximar da mão,
ajudando, assim, a encontrar, facilmente, o que se procura.
A juntar ao conforto dos interiores, a Citroën obteve neste novo
C5 uma supremacia acústica graças à estanqueidade tripla das
portas, ao pára-brisas acústico laminado, aos revestimentos das
cavas das rodas em fibras isoladoras e às inúmeras peças de
filtragem. O resultado é um ambiente silencioso, propício a
disfrutar do sistema de som HI-Fi topo de gama com o qual vem
equipado de série, que inclui um amplificador de alta potência,
uma caixa de graves incorporada na bagageira e oito altifalantes
situados na consola e nas portas para que a distribuição do som
seja o mais uniforme possível. Em termos de suspensão, é a
Hydractive III + que equipa este novo Citroën. Oferece não só um
grande conforto de condução, como um comportamento excelente
mesmo em curva ou em pisos degradados. Garantindo uma altura ao
solo e um equilíbrio constante, independentemente das condições
de carga, assegurada por uma monotorização constante da altura
da carroçaria, altura essa que pode diminuir automaticamente a
partir dos 110 Km/h se a qualidade do piso assim o permitir, de
forma a optimizar a aderência à estrada, reduzindo o consumo a
velocidades elevadas.
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