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Restaurante Terraço
Toque de mestre no Tivoli Lisboa


Redecorado pelo arquitecto Pedro Espírito Santo e com uma localização fora de série, no último andar do Tivoli Lisboa, o Restaurante Terraço alia à magnífica panorâmica sobre a cidade e o rio Tejo, um conjunto de excelentes sugestões gastronómicas. Da autoria do chef Luís Baena, as especialidades e os pratos que integram a ementa à lá carte desvendam-se requintados e criativos. O serviço irrepreensível e a carta de vinhos da responsabilidade de Aníbal Coutinho dão a achega final ao espaço que os visitantes vão encontrar: um restaurante elegante, simultaneamente sofisticado e intimista. Trocámos algumas impressões com Luís Baena para entendermos melhor o conceito do Terraço.
Em que se inspirou para criar as propostas que hoje encontramos no Terraço?
Na mudança e na evolução da cozinha.
Podemos afirmar que a criatividade é o fio condutor da ementa “Os Novos da Avenida”?
A par da criatividade, a melhoria da execução técnica de alguns pratos clássicos e intemporais.
Mas, manteve algumas das antigas sugestões do restaurante com “Cinco Clássicos do Terraço”… Porquê?
Não existe amanhã sem ontem. Perceber e sentir essa evolução é uma oportunidade que não se encontra habitualmente. Acho estimulante.
Como surgiu a ideia do brunch de domingo?
Como cliente e como pai, senti essa lacuna na oferta em Lisboa. Juntar tantas facilidades num horário tão alargado com estacionamento e kid’s club parece-me tentador.
Como caracteriza a sua cozinha?
Prefiro ouvir as várias opiniões. Ninguém é bom advogado em causa própria.
Encara a gastronomia de um país como um património cultural a preservar?
Sem dúvida. Há que perceber que o que se preserva faz parte de uma linha evolutiva. São os novos produtos e as novas tendências. Pensamos que a batata sempre fez parte do nosso receituário quando, de facto, não é assim. O que temos hoje como tradicional, por vezes, não tem mais do que poucas décadas. O bacalhau à braz num país com mais de 900 anos de história é uma pequeníssima parte do seu património gastronómico.
Qual é a sua cozinha preferida, a portuguesa, a japonesa, a italiana…? E o porquê dessa escolha?
Todas e mais algumas. Não concebo a cozinha de forma diferente da música ou da pintura. Posso e aprecio Júlio Pomar juntamente com Caravaggio ou Rembrandt. O mesmo se aplica a Bach e Al di Meola ou a Pink Floyd.
 

Restaurante Terraço
Tivoli Lisboa
Av. Liberdade, 185 Tel. + 351 213 198 900


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